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outubro 25, 2020 - Nenhum comentário








A Maldição da Mansão Bly

Original Netflix | Formato: minissérie | Status: Encerrada (2020) 
Gênero: drama, horror | Temporadas: 1 | Episódios: 9
Duração média: 55 min | Dub/Leg (EN)

Os fãs da antologia The Haunting da Netflix podem comemorar porque Bly Manor já está entre nós! Após a aclamada Hill House (2018), inspirada em um dos maiores livros de casa assombrada de todos os tempos, A Assombração da Casa da Colina , de Shirley Jackson, a aposta da vez é A Outra Volta do Parafuso, de Henry James, publicado no final do século XIX. A tão aguardada adaptação da novela de James conta com a presença de rostos conhecidos de sua antecessora, como Victoria Pedretti, Oliver Jackson-Cohen e outros, é claro, como personagens inéditos, e nos leva a uma nova casa amaldiçoada de um jeito completamente diferente. 

Tudo começa com Dani Clayton, uma misteriosa professora estadunidense de ensino fundamental, que está passando uma temporada na Inglaterra, aparentemente, tentando se reinventar em sua área. Após vários meses sem muita expectativa, ela resolve se candidatar a uma vaga que parece persistir em um jornal local: a de tutora de duas crianças em tempo integral em uma mansão no interior. Depois de uma das entrevistas de emprego mais estranhas de sua vida com o esquivo Henry, tio das crianças, ela se prepara para assumir seu novo cargo na cativante mansão Bly, e então história começa a se desenvolver.



Em um primeiro momento, a premissa de alunos em uma mansão pacata no interior da Inglaterra poderia facilmente nos fazer viajar no tempo até meados do século XIX, quando Jane Eyre, de Charlotte Brontë, finalmente pisou em Thornfield pela primeira vez após uma infância sofrida, mas todo o mistério por trás de Bly não demora a se revelar na tela e a instigar os sentidos, deixando-os sempre alerta para qualquer pequeno detalhe ou aparição sobrenatural, afastando assim, qualquer familiaridade com romances de época. Logo nos primeiros minutos na mansão, é possível se deparar com comportamentos e falas que dão asas a imaginação: o mistério que ronda os pequenos Miles e Flora e seus pais falecidos, um telefone silencioso e uma governanta que parece não se alimentar, além, é claro, de todo o passado por trás da antecessora de Dani Clayton, Srta. Jessel, que parece ser o grande pivô da enorme nuvem sombria que paira sobre Bly. Vale salientar que como em Hill House, ao longo dos episódios fica claro que cada um dos personagens presentes têm uma importância crucial para o
desenvolvimento da história, além, é claro, de também terem seus próprios arcos para serem trabalhados, nada em Bly parece ser um ponto sem nó, tudo se interliga, por mais que isso aconteça da forma mais minuciosa possível.


Parece curioso insinuar que uma mansão mal assombrada pode ser tão cativante para o público no geral, até para quem não gosta de histórias de fantasmas, mas preciso informar que, não só é perfeitamente possível, como é o que acontece. Bly faz isso com maestria, a curiosidade parece ser a arma principal dos produtores ao trabalharem uma sutileza de movimentos e um clima morno nos primeiros instantes da trama. Como não se apaixonar por duas crianças que esbanjam inteligência e vitalidade? E como, ao mesmo tempo, não se sentir preso ao sofá por uma curiosidade feroz que anseia descobrir o que pode haver de errado com elas? Além de Miles e Flora, interpretados por Benjamin Evan Ainsworth e Amelie Bea Smith respectivamente, que merecem os parabéns pelo show de atuação com tão pouca idade, T'Nia Miller também merece reconhecimento por sua personagem, Hannah Grose, a simpática governanta responsável pelo clima caloroso de Bly. Outro ponto bastante relevante são os romances, tanto atuais quanto os que estão no passado, que aos poucos começam a se mostrar tão importantes para o entendimento geral do enredo. Em um determinado ponto da trama, é como se tudo surgisse a partir deles, o poder de uma relação mal resolvida é, de cara, muito evidente.

No final das contas, a mansão tem muito mais a revelar do os olhos ávidos dos espectadores conseguem captar nos primeiros episódios do show, as raízes da maldição de Bly são muito mais profundas do que qualquer um poderia imaginar e por isso, apesar do desenvolvimento lento e sem muitos grandes momentos, digo que o enredo acaba se tornando um perfeito espetáculo conforme o seu crepúsculo se torna uma noite sem estrelas ou luar e, ao final, quando tudo se encaixa, o único sentimento que resta é o de não ter dado o devido valor a cada segundo da trama. Tudo é uma questão de paciência e de se permitir apresentar e apreciar as minúcias da casa.

Além dos fatos citados acima, não poderia deixar de elogiar a ambientação impecável. É muito fácil viajar até a mansão estando em uma sala escura com um balde de pipoca no colo, é fácil sentir a espinha gelar e se ver encarando as janelas ou quartos escuros esperando por uma aparição. Por isso recomendo fortemente, como uma das minhas séries favoritas, e como fã, espero ansiosamente pela próxima maldição.
setembro 15, 2020 - 2 comentários





Título: A Joia Real (Enerkry #3) // Autor(a): Leandro V.Silva // Páginas: 286 // Gênero: ficção científica, aventura, romance
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SINOPSE: Joy, uma menina solitária que recebeu treinamento de seu tio, ex-agente do Serviço de Inteligência, precisa pegar algo a todo custo na mansão dos Rikarggan e não medirá esforços para conseguir, mesmo que tenha que usar o seu Ikihatsunukishi. Ela encontra Lando, que acabou de sair de uma alucinante aventura no reino de Arthur.
Ele, surpreso por Joy ser uma Ikihatsunukishisen e suspeitando das atitudes dela, decide ajudá-la na busca, mesmo sabendo que isso colocaria em risco não só os Rikarggan, mas também sua própria família.

Joy perdeu os pais quando ainda era criança e foi criada pelo tio, um ex-agente do Serviço de Inteligência. Mas ela sempre soube que tinha um poder especial, ela era capaz de controlar a Ikihatsunukishi (lembra das histórias do livro Os Irmãos de Gelo e O Herdeiro do Rei?). Ela era atormentada querendo saber mais sobre si mesma e o que aconteceu de fato com os pais, porquê foram mortos. 

Nessa busca pelas respostas, ela encontra Lando, que acabou de chegar do reino da Arthur, e ele decide ajudá-la, afinal partilham o mesmo poder

O livro, assim como os anteriores, são cheios de aventuras e Joy com seus novos amigos se metem com pessoas perigosas em busca da joia real. Abigail se junta a eles contra a vontade de Lando, que após os acontecimentos do livro anterior, em que ele perdia ela constantemente no reino de Arthur, ele não queria perdê-la nem que ela se machucasse mais. O livro se inicia já nessa jornada, e isso é muito bom porque logo no início fui tomada pela curiosidade do que iria acontecer e não consegui largar o livro.

O livro é contado sob o ponto de vista de vários personagens, e às vezes lemos a mesma cena do ponto de vista desses personagens pra dar continuidade a trama e eu gosto muito de ver as reações diferentes de cada personagem. 

Então o grupo é separado e descobrimos mais sobre a sociedade que quer ajudar os Ikihatsunukishisen a realizar a missão de salvar o mundo, mas não sabemos quem quer realmente ajudar e quem está contra eles, pois a sociedade foi dividida.

O universo criado pelo autor vai tomando forma nesse terceiro volume e entendemos mais sobre Enerkry e sobre a sociedade e os personagens que conhecemos lá no primeiro livro, e também sobre o perigo que os Ikihatsunukishisens vão ter que enfrentar, o que me deixou ansiosa pro próximo livro.

Se você busca uma série com grandes aventuras e mistérios, você precisa ler essa série!



setembro 01, 2020 - Nenhum comentário




 


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