[RESENHA] O som do amor, de Jojo Moyes

agosto 14, 2018

Sinopse: Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola — uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey.Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo. O som do amor é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos, Jojo Moyes mantém seu estilo inconfundível em uma brilhante história de recomeços.

A história gira em torno da Casa Espanhola, mas o livro é uma verdadeira história mexicana!
Somos apresentados a vários personagens muito bem construídos e situações que, apesar de inverossímeis, deixa qualquer leitor com curiosidade sobre o que vai acontecer em seguida.
Laura e Matt McCarthy são obcecados pela Casa e, com isso, Laura se vê na necessidade de agradar o velho a todo custo para que consiga herdar a casa, no entanto com a morte repentina dele, sem provas concretas de que a casa seriam dos McCarthy, quem herda a casa são os únicos parentes vivos dele, os Delancey que, com o acidente de carro de seu marido, Isabel Delancey começa a perceber que a vida não é do jeito que ela sempre viveu e se encontra em um mar de dívidas.
Isabel, que sempre seguiu seus sonhos de ser Primeiro Violino na Orquestra Sinfônica Municipal e sempre teve alguém com quem cuidar de seus dois filhos e que pagassem todas as despesas, se vê em conflito consigo mesma para driblar essa enrascada no qual se encontra. É assim que ela decide que, a melhor maneira de encurtar as dívidas, é vendendo sua casa em Maida Vale e se mudar para a casa espanhola que herdou, o que não esperava era que o Sr. Pottisworth teria deixado a casa totalmente acabada e precisando de reformas urgentes.
Matt, que é pedreiro, se vê na necessidade de ajudar e estorquir todo dinheiro de Isabel para fazê-la vender a casa para eles, e assim começa todo o enrendo envolvente da narrativa inconfundível de Jojo Moyes.

Consegui enxergar claramente cada evolução dos personagens assim como o desespero dos Delancey e a obsessão dos McCarthy. A cada página você encontra segredos sombrios que podem decidir o destino da Casa Espanhola, a cada linha você encontra alguém diferente querendo conhece-la também. Mas, acima de tudo, apesar de todos os desastres e anomalias existentes na casa, você vai sentir a compaixão existente ali dentro e a paz que ela dá.
Isabel precisa decidir entre ficar com a Casa Espanhola, ou voltar para Londres e seguir seus sonhos, pela primeira vez ela precisará decidir quem vem em primeiro lugar: sua carreira ou seus filhos? E entender como a mudança de casa também refletirá a mudança de sua vida quando percebe que lá ela precisará ser uma mulher crescida e uma mãe presente. Onde em Londres ela tinha tudo fácil, em Norfolk ela precisará fazer tudo aquilo que jamais pensou que faria, ser uma mulher independente, tomar decisões difíceis e crescer.
Um dos aspectos que eu mais gostei é que fica bem evidente a transição da vida da cidade grande para a vida em um pequeno vilarejo, as diferenças de culturas e pessoas, as divergências existentes até na preparação de comida ou a forma como ela chega a mesa de jantar.
Uma história que nos faz refletir até que ponto você estaria disposto a conseguir o que quer, mesmo que tenha que passar por cima da bondade das pessoas, qual o momento exato para dar um basta nas situações cotidianas que muitas vezes deixamos para depois com medo do resultado, ou então: até que ponto uma casa pode definir o futuro da sua família?
Por isso eu vos digo, não é apenas uma Casa Espanhola num pequeno vilarejo, é o ápice do conhecimento sobre si mesmo e sobre o que você está fazendo com sua vida e carreira!
É só questão de tempo até vocês também se apaixonarem pela Casa Espanhola.

Conhecendo o autor #4 - João Medeiros

agosto 13, 2018



Esse mês venho apresentar o livro do meu querido amigo João Medeiros, Arthur Fênix - Sobrevivendo ao Caos, que foi lançado recentemente.


Sinopse:
A vida como Arthur Fênix conheceu em seus 16 anos está prestes a mudar completamente. O rapaz não é nenhum grande guerreiro ou mesmo um herói, é apenas um garoto comum que acaba envolvido em um enorme problema: sua cidade foi invadida e devastada. Tudo graças a uma raça de seres desconhecida por ele, de aparência meio humana, meio animal. Após essa aparição inusitada e trágica, o rapaz também descobre que existem outros seres habitando a ilha onde mora, e suas diferenças e especificidades vão muito além da aparência física e ideais de vida. Mesmo em meio a muitas dificuldades, com a ajuda do grupo de amigos que fez durante sua caminhada, o rapaz, mero sobrevivente de todo aquele caos, inicia uma busca incessante por seus pais, que ele já nem sabe se estão vivos ou mortos.

Adicione ao Skoob!


Desde criança o estudante de Psicologia, João Medeiros foi apaixonado pelo mundo das histórias, sendo na infância, quando as ouvia de seus pais antes de dormir ou na adolescência, quando vencia concursos literários organizados pelas professoras dentro da sala de aula. Em 2016, aos 19 anos, João Medeiros venceu o concurso de nível nacional chamado Sincera Oportunidade, promovido pela agência Azo. E assim João Medeiros lança agora, em 2018, seu primeiro Romance intitulado Arthur Fênix – Sobrevivendo ao Caos.



O livro é o primeiro volume de uma série e está disponível no site da Amazon no valor de 29,99 reais.

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Em breve traremos a resenha do livro. Gostaram de conhecer um pouquinho do João?

Os melhores pais da ficção

agosto 09, 2018

O dia dos pais está chegando e em comemoração a essa data, trouxe para vocês um post homenageando cada super pai dos livros!

Sabe aquele pai que te incentiva a cima de tudo a correr atrás dos seus sonhos? O pai da Rosie é exatamente assim! Ele consegue passar toda e qualquer segurança para filha a ir em busca do quer, ainda que esteja distante e nada melhor do que quem a gente ama nos impulsionar a irmos longe. Além disso, ele confia em Rosie mais do que ninguém e sabe que ela pode conquistar seja o que for.












Em Fazendo Meu Filme, o pai da Fani é bem mais calmo e compreensivo. É nos momentos difíceis e de indecisões que tem os melhores conselhos para dar, como por exemplo, sobre seguir seu maior sonho de qual curso fazer na faculdade.















O pai da Priscila em Virando Amor se mostra um grande amigo para todas as horas. Sempre presente na vida da filha e buscando aconselhá-la nos momentos em que mais precisa, ele se sai super bem quando o assunto é companheirismo, mostrando que pode contar com ele para todos os momentos.














Quase todo pai tem um pouco da mania de querer proteger a(o) filha(o) de tudo, esse o pai da Arielle, mas apesar de ser super protetor, o amor e carinho pela filha é gigante! Além disso, tudo o que ele mais quer é que a filha seja uma excelente nadadora profissional e faz de tudo para incentivá-la a isso. Apesar de mal enxergar que sua filha mais nova está crescendo, nos momentos que Arielle mais precisa, ele faz de tudo para ajudá-la.












Arthur Weasley (de Harry Potter), cria seus filhos com todo amor apesar das dificuldades, ensinando sempre as melhores lições para eles e fazendo o que pode para ajudá-los.