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[RESENHA] A Vida, o Universo e Tudo Mais, de Douglas Adams

29 de agosto de 2016


Título: A Vida, o Universo e Tudo Mais (Life, the Universe and Everything) // O Guia do Mochileiro das Galáxias #3 Resenha do 1, Resenha do 2
Autor(a): Douglas Adams
Editora: Arqueiro
Páginas: 160
Gênero: ficção científica, humor
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Sinopse:
Após as loucas aventuras vividas com seus estranhos amigos em O guia do mochileiro das galáxias e O restaurante no fim do universo, Arthur Dent ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica. Mesmo depois de tanto tempo, ele ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina.
Talvez Arthur até preferisse continuar isolado em sua caverna escura, úmida e fedorenta a encarar a próxima aventura para a qual seria forçosamente arrastado: salvar o Universo dos temíveis robôs xenófobos do planeta Krikkit.
A missão dos protagonistas deste livro é de deter os inimigos e dar um fim à batalha genocida. Mas é claro que tudo dá mais errado do que o provável, e nossos heróis vão passar por maus momentos no meio desse fogo cruzado.


ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES

Após os acontecimentos do livro anterior (você pode ler aqui), Arthur está na Terra Pré-Histórica, ainda em busca da pergunta equivalente a resposta da Vida, o Universo e Tudo Mais. Como sempre, algo sem sentido acontece, e ele acaba se metendo em confusão.

Arthur e Ford são transportados para o futuro (que é o passado deles), e se encontram em um campo de críquete bem no dia que a Terra é destruída, até que depois de mais confusão e coisas sem sentido acontecerem, são levados para o planeta Krikkit, planeta esse que está prestes a destruir o Universo.



Os livros anteriores teve em alta a crítica à sociedade e assuntos polêmicos, e esse livro não é diferente. Adams aborda assuntos como xenofobia e racismo como só ele sabe fazer — com bastante humor.

Um personagem hilário que nos é apresentado nesse volume é Alien Wowbagger, o Infinitamente Prolongado, um alienígena imortal que decidiu xingar todas as pessoas do Universo, um por um.

Os protagonistas acabam indo a uma balada que não acaba nunca pra achar itens indispensáveis e tentarem impedir que os seres do planeta Krikkit destruam o Universo. Arthur aprende a voar, que é particularmente fácil se você não pensar muito em como está fazendo isso.

É um dos livros mais "pesados", por assim dizer, da coleção. As viagens no tempo podem acabar confundindo o leitor se não ler com bastante atenção, e pessoas que não são tão fãs de ficção científica podem acabar achando chato. Mas a escrita é rica, com bastante humor e genialidade que é característico de Douglas Adams. Se tornou meu livro favorito da saga, perdendo apenas para O Guia do Mochileiro das Galáxias.



Quotes:


"Da forma como se sentia agora, não achava que fosse uma pessoa muito adequada para estar no controle de nada."

"O tempo é, por assim dizer, o pior lugar onde ficar perdido…"

"Ele acabara de ter uma ótima idéia sobre como lidar com o terrível e solitário isolamento, os pesadelos, o fracasso de todas as suas tentativas de horticultura e a completa ausência de futuro e a futilidade de sua vida (…). Tinha decidido enlouquecer."

"A ideia de que havia um Universo não se enquadrava na sua visão de mundo, digamos assim. Não podiam lidar com ele. Então de forma encantadora, agradável e inteligente — até mesmo esquisitona, já que você insiste —, decidiram destruir o Universo. Qual o problema?"

[RESENHA] Belgravia, de Julian Fellowes

25 de agosto de 2016


Título: Belgravia (Belgravia)
Autor(a): Julian Fellowes
Editora: Intrínseca // livro cedido pela editora
Páginas: 368
Gênero: romance de época
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Sinopse:
Uma nova saga histórica, fascinante e irresistível, repleta de segredos e escândalos
Ambientada nos anos 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington.
Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala.
No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.

Belgravia, inicalmente, gira em torno de duas famílias da Inglaterra em 1815, uma é composta pelo duque e duquesa Brockenhurst e a outra pelos Trenchard. Em um baile que acontece em Bruxelas oferecido pela duquesa de Richmond, James Trenchard vê a chance de se aproximar de pessoas com o título mais elevado que ele, pois ele é um comerciante e não tem título pra esse tipo de evento. Anne, sua esposa, não gosta disso, mas não o impede, pois sabe como é importante pra ele. Então os dois, junto com Sophia, sua filha mais velha, comparecem ao baile.

Sophia se envolve com Edmund Bellasis, filho da duquesa de Brockenhurst, algo que nenhuma das famílias aprova, exceto por seu pai, que vê o envolvimento dos jovens como uma oportunidade de ascender socialmente.

Depois somos transportados para Belgravia de 1840, os Trenchard prosperaram financeiramente e um encontro entre Anne Trenchard e a duquesa de Brockenhurst vai trazer à tona um segredo que vai mudar tudo entre as duas famílias.


Não posso falar muito sobre o segredo, mas é algo que, apesar de ser meio previsível, conseguiu me prender do início ao fim pra saber a resolução. A trama é rica em detalhes e não deixa nenhuma ponta solta.

Os personagens são muito bem introduzidos e desenvolvidos. Personagens secundários, como John Bellasis e Oliver Trenchard, são de grande importância. Ambos tentam descobrir esse tal segredo das famílias para ameaçá-los, já que escândalos podem acabar com a reputação de alguém nessa época. Até os lacaios, como são chamados os empregados, têm papéis importantes na trama.

Essa foi uma das resenhas mais difíceis de fazer, pois eu gostei muito do livro, foi uma ótima surpresa pra mim, já que raramente leio romances de época. Achei incrível como o autor conseguiu criar tantas reviravoltas em uma trama que, de primeira, parece tão simplória. Sua escrita é fácil e rápida, o que tornou a leitura mais agradável ainda.

O autor criou a famosa série Downton Abbey, e além de ter feito eu mudar de opinião sobre romances de época, me fez ficar curiosa pra assistir essa série.



Quotes:
"Mesmo naquele momento, a simples visão da letra da filha bastava para fazer as lágrimas rolarem."

"O passado, como já foi dito tantas vezes, é um país estrangeiro no qual as coisas eram feitas de forma diferente."

"Por que uma empregada comentaria em voz alta sua suposição sobre como eles haviam sido incluídos em uma lista de convidados tão olimpiana?"

[FILME] The Fundamentals of Caring

22 de agosto de 2016



Hoje trago a resenha de um filme que estreou há pouco tempo na Netflix. The Fundamentals of Caring (Curta a Viagem). O filme começa com Ben (Paul Rudd) que precisa de um emprego após sua carreira como escritor não ter sido bem sucedida, ele passa por um momento difícil na sua vida quando começa a procurar um emprego como acompanhante, onde o que ele tem que fazer é cuidar de pessoas com alguma deficiência e é quando ele acaba indo parar na casa de Travor (Craig Roberts), um adolescente  que vive com a mãe e que tem Distrofia Muscular de Duchenne, que o impede de andar e faz com o que fique a maior parte do tempo em casa, mas após Ben ser contratado, a rotina monótona de Travor está prestes a mudar com uma viagem para ver o maior poço e em uma de suas paradas eles encontram com Dot (Selena Gomez), uma jovem à procura de carona para chegar à seu destino e que saiu de casa sem avisar o pai e com Peaches, uma mulher grávida que é encontrada no acostamento da estrada com seu carro estragado.


The Fundamentals of Caring é um filme que contém uma boa pitada de humor com um pouco de drama, Travor é um adolescente  SUPER irônico e boca-suja que certamente irá te tirar risadas, ele não mede muito o que fala e olha, até na última cena do filme eu fui trollada por ele por conta de suas gracinhas. Quando Ben o conhece, ele vai dando espaço para se aproximar e vez ou outra apesar de algumas discussões entre eles, ambos conseguem se dar bem.
Travor nunca teve a presença do pai na sua vida e tudo que ele tem são cartas que o pai manda diariamente a ele, por outro lado, Ben perdeu o filho em um atropelamento e é divorciado de sua esposa, ambos com seus passados difíceis aprendem a conviver com suas diferenças.

A maior parte do filme é passada na viagem que os dois fazem, quando Travor conhece Dot é possível notar um clima entre eles, Dot é uma garota bem determinada e sem medo algum e consegue fazer com Travor se desconcentre completamente em sua presença.
Queria fazer uma pequena observação de algumas comparações que fiz, foi difícil não notar que "The Fundamentals of Caring" tem alguns paralelos com a série da Netflix "Stranger Things", como por exemplo, o fato de Travor ser viciado em Waffles e o buraco mais profundo do mundo ser o mesmo cenário de Stranger Things.


O filme não tem nada de impactante, quando eu comecei a ver, não sabia bem o que esperar então não criei muitas expectativas e por isso não me decepcionei. A história não me fez chorar, mas ri em boa parte com Travor e Ben. Os atores foram ótimos em seus papeis e o filme é bem contado sem deixar no final margens para dúvidas. Não contém muito romance, apesar da aproximação de Travor e Dot, o foco do filme não é esse. É mais sobre a importância da amizade e de como poucas coisas mudam nossas vidas. Indico o filme para todos que gostam de drama com um humor irônico e que te fazem refletir.

                                                                         Trailer

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